MÃES EMPREENDEDORAS: BEL LAÇOS INFANTIS PERSONALIZADOS

SENTA QUE LÁ VEM MÃES EMPREENDEDORAS

BEL LAÇOS PERSONALIZADOS

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O mães empreendedoras de hoje conta a história da Esther, que após a chegada dos filhos decidiu fazer artesanato para aumentar a renda familiar.

“Oi meninas! Sou a Esther, mãe do Enzo e da Isabel, e praticamente me viro sozinha criando, sustentando, educando e amando minhas crianças  por conta disso resolvi trabalhar em casa para obter uma ajuda a mais, uma renda extra. Trabalho fazendo artigos infantis, laços, tiaras e faixas.”

SITE: BEL LAÇOS

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MÃES EMPREENDEDORAS: ALECRIM DOURADO!

SENTA QUE LÁ VEM MÃE EMPREENDEDORA

LIVROS SENSORIAIS E  ARTESANATO PARA CRIANÇAS

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A Simone é uma querida, dessas leitoras que a gente ama, que faz falta quando fica uns dias sem aparecer na page. E além de tudo é uma GUERREIRA E ARTISTA. A história dela, é sem dúvida alguma, INSPIRADORA.

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“Quando a minha filha Maria Antônia nasceu, eu trabalhava a no RH de uma empresa. Horário fixo, trabalho tranquilo, sem muitos problemas, apesar do salário não ser uma maravilha eu estava na zona de conforto.
Acontece que ser mãe muda muita coisa né? E quando estava terminando minha licença eu admiti pra mim mesma que não desejava mais trabalhar fora de casa. Decisão muito difícil, porque trabalho desde nova e depender de alguém financeiramente me deixava (e ainda deixa) muito desconfortável! Falei com marido e fizemos as contas exaustivamente até ver que nem na ponta do lápis era vantagem eu voltar a trabalhar. Com todos os gastos para nos manter fora de casa, sobraria uns 200,00, que definitivamente não pagava minha tranquilidade.
Após sair da empresa eu comecei a pensar em algo que pudesse fazer para ajudar na contas. E um dia vi um vídeo de uma pessoa que fazia livros sensoriais. Minha mãe tinha uns pedaços de feltro na casa dela e eu tentei fazer um. Fiz e ficou muito boninitinho! Achei ali o que eu gostaria de fazer: artesanato para crianças.
De lá pra cá aumentei meu leque de produtos. Hoje, além dos livros sensoriais eu faço, fantoches, jogos da velha, jogos da memória, quebra-cabeças e aceito alguns desafios! Leio muito sobre fases de desenvolvimento, faixas etárias e atividades sensoriais e cognitivas para conseguir desenvolver e direcionar os brinquedos que faço.

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MÃES EMPREENDEDORAS: MIG BABY KIDS!

SENTA QUE LÁ VEM MÃE EMPREENDEDORA

MIG BABY KIDS

A indicação de hoje é de uma querida, a Regina, que abandonou emprego fixo para ficar em casa (trabalhando pacarai rs), cuidando do seu filho. Para aumentar a renda, ela trouxe roupas importadas de fora do país para vender. Tudo ia indo, até vir a CRISE, marido desempregado e a LOJA se tornar fonte importantíssima de renda.

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“Tenho 29 anos e um bebê de 1 ano e 8 meses (meu Miguel) parei de trabalhar quando engravidei, decisão em conjunto com o marido, que até então estava ganhando bem e o salário dava P nos manter confortável, mais eu não queria ficar em casa a ver navios, então decidimos, modestamente, comprar alguns produtos para bebês (trazer de fora) para eu vender pela internet, criamos uma página, e vendemos pelo mercado livre, aí veio a bela crise, e heis que meu marido perdeu o emprego e não tivemos mais dinheiro para investir e as vendas diminuiriam muito, grande parte pela a falta de divulgação mesmo, meu marido passou e fazer bicos e eu mais do que nunca preciso alavancar minha lojinha, a qual amo tanto.”
LINK DA LOJA: MIG BABY KIDS
Abaixo alguns dos lindos produtos que vocês encontram na loja:

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MÃES EMPREENDEDORAS: REVENDENDO PRODUTOS DE BELEZA!

SENTA QUE LÁ VEM MÃE EMPREENDEDORA!

Esta semana indicaremos e vamos contar a história da Anabelle, mãe do Arthur, de 11 meses. Após a licença, no seu retorno ao serviço, constatou que não era tão mais bem recebida, que ali não era mais o seu lugar e SAIU. Mas precisando de $$$ abriu um negócio, o PINGO DE GENTE BOX, que infelizmente não teve retorno $$.

Ela desanimou, desistiu? NÃOOO. Seguiu firme e forte e agora, é consultora de produtos HINODE.

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Segue o relato dessa super mamãe:

“Olá! Me chamo Anabelle e sou mãe do pequeno Arthur de 10 meses, quase 11.

Quando engravidei trabalhava em uma famosa fábrica de lingerie na parte de contabilidade, fui forçada a entrar de licença pois preferi o parto normal, retornei ao trabalho e senti que ali não era mais o meu lugar. Que a demissão era questão de tempo, não me copiavam nos e-mails e não tive um retorno caloroso.

Decidi então criar a pingo de gente box e tive o apoio de vocês, Senta que lá vem História. Porém não vi o retorno do investimento e precisava de renda urgentemente pois éramos eu e marido sem emprego.

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PARTO HUMANIZADO DE UM PREMATURO!

SENTA QUE LÁ VEM A SUA HISTÓRIA

RELATO DE PARTO

A  minha amiga Marília, após um parto normal nada normal (recheado de violência obstétrica), se tornou ativista da humanização do parto e doula. E ficou grávida novamente. Preparou-se para um parto domiciliar, com parteira, mas, o Dimitri decidiu vir antes da hora, apressadinho e os planos e ideal de parto tiveram de mudar aos 45 do segundo tempo, mas o tratamento HUMANO E RESPEITOSO não.

A Marília tem uma página na internet, em que auxiliar mulheres em busca de um parto humanizado, respeitoso, além de oferecer sues ótimos serviços como consultora de amamentação e doula. Segue link da NASCER SUAVE e AQUI!

“Gravidez foi novamente planejada, mas com a certeza de que teríamos um nascimento humanizado, com muito amor, respeito e no nosso porto seguro que é nosso lar.

Começamos nosso pré natal com a Ginecologista Obstétrica Humanizada, pagava as consulta e pedia reembolso do convênio, exames ok e tudo normal nosso plano A, parto domiciliar.

Tivemos nossa primeira consulta com a parteira e conversamos sobre todos os prós e contras, planos de parto e valores…decidimos por ter o plano B com a equipe humanizada também, um valor maior pois além da médica obstétrica teríamos que ter a pediatra também pois de nada adianta um parto lindo e respeitoso pra mim e meu filho sofrer várias intervenções desnecessárias por conta de pediatras que não pensam fora da caixinha. Conversado sobre tudo e a gestação seguiu linda e tranquila, curti tudo que eu pude, me exercitei, pintei barriga, fui em congresso, tirei muitas fotos, barriga de gesso…tudo que não consegui fazer na primeira fiz nessa, afinal o plano é fechar a fabrica depois do Dimitri.

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Chegamos as 34 semanas e minha parteira me propôs o uso do epi-no, é um aparelho que você introduz na vagina e bombeia até onde conseguir, o balão infla e você depois expulsa o balão assim como no parto, não existe comprovação de que isso ajuda a ter o períneo integro mas é ótimo para que você tenha uma consciência corporal do que irá acontecer na hora do expulsivo, ou seja,  na hora do parto, isso é feito gradativamente aumentando aos poucos a cada dia até o final da gestação.

Fui ao pré natal e aprendi a usar o epi-no e fazer exercícios de fortalecimento vaginal, quantas vezes usei o aparelho depois da consulta? Somente mais 1 vez, eu iria viajar com 35/2 e ficaria fora por 1 semana e o frio estava demais e acabei me dedicando as lavagens das roupas e preparação das coisas dele, para não acumular tudo para a volta, consegui organizar tudo e como as contrações de treinamento estavam cada vez mais atuantes resolvi ficar quietinha 1 semana antes de viajar e assim foi feito. Eu estava um pouco apreensiva com a viagem pois sentia muito desconfortos com as contrações de treinamento mas como o Murillo nasceu de 39/4 tentei não encucar.

Dia 07/07/2016 fomos de férias para Serra Negra aproveitar com nosso mais velho, lugar calmo e maravilhoso, só comia e descansava…no domingo saiu uma borrinha de sangue, conversei com minha Doula e ela me disse que podia ser o colo dilatando mas sabemos que isso é super normal na segunda gestação, fui notando que no decorrer do dia saía cada vez mais e era meu tampão, mas eu perdi tampão desde as 20 semanas e ele se refaz, ou seja, não necessariamente a perda dele significa que eu entraria em trabalho de parto.

Eu segui no decorrer dos dias perdendo tampão, na terça feira comecei a sentir contrações doloridas, estranhei ter pródromos já que do Lillo não tive mas eu e minha equipe deduzimos ser pois não eram contrações ritmadas, fui ao centro de Serra negra comprar algumas coisas mas estava realmente desconfortável, voltamos e passei o dia deitada, a noite as dores continuaram, voltaríamos para São Paulo só na quinta feira depois das 15:00 horas mas me bateu um medo de entrar em trabalho de parto longe da minha equipe, decidimos então vir embora na quarta feira depois do almoço, a viagem foi tranquila e chegamos bem, minha casa estava um caos e não ia conseguir limpar, resolvi chamar uma pessoa para isso que viria na manhã seguinte, em casa dormi um pouco melhor mas as contrações continuaram.

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