DESOCUPE SEU ARMÁRIO

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Quanto mais próximo o final do ano vem surgindo no horizonte, mais surgem pessoas refletindo sobre suas vidas e sobre aquele ano. Promessas e desejos lançados ao vento. Vontades perdidas em meio às necessidades. Mudanças paradas no tempo.

E em meio a tudo isso, há um momento em que olhamos nossos armários com um olhar de preocupação. Aquelas roupas, sapatos e acessórios que já não usamos mais. De vez em quando você redescobre alguma coisa, experimenta só para se reafirmar que o sapato ainda machuca, que a roupa não serve nem lhe cai bem, que aquele vestido caríssimo e de grife simplesmente não combina com você!

E mesmo sabendo de tudo isso, muitas vezes não nos desfazemos deles, o deixamos ali encostados, quase que para formar volume e ter a certeza de sua propriedade.

Acontece que não fazemos isso só com nossos armários, fazemos isso com nosso coração e nossa mente. Gostamos de manter, sabe-se lá o porquê coisas que simplesmente já não mais funcionam em nossa vida, que não “servem” nem combinam dentro do nosso interior.

Pessoas, sentimentos e idéias empoeirando nossos caminhos, inebriando nossa visão. Sonhos guardados numa caixa, escondidos no porão do nosso coração, aguardando o melhor momento de vir à tona, porque não tem espaço para eles em meio a tanta coisa que você guarda, por puro e simplesmente comodismo, ou seria medo?

Medo de perder o que já não se usa? O que já não lhe cabe? É, pois é, mais fácil por vezes faxinar e limpar seu armário de roupas que o da sua vida. De revestir e experimentar antigas idéias, de jogar fora o que já não cabe mais na sua vida, do que empoeira e encaixota seus sonhos. Dar adeus àquelas pessoas que não acrescentam, relacionamentos que fazem bonito à sociedade, mas não a si mesma.

Rompa barreiras, quebre paradoxos! Que se dane se todos usam aquela “roupa” e acham que você deve usá-la, assim como roupas, manter pessoas que nada acrescentam em sua vida apenas para manter sua rotina e fazer volume faz bem aos outros, nunca a você!

Em sua vida você só deve ter ao seu lado o que lhe faz bem, o que acrescenta. Não espere o amanhã nem o final do ano, o faça agora! Experimente com doçura aquele sentimento de liberdade de manter só o que lhe faz bem!
Liberdade de não ter de guardar o que já não serve mais em sua vida. Liberdade de experimentar a mudança e o desapego. Liberdade de pura e simplesmente, se dar ao direito de ser feliz!

Por Lucinha Marinzek

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